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sexta-feira, 3 de setembro de 2010

O Governo Collor e sua política monetária - consequências diretas no Brasil

Prometendo atender os anseios de um povo recém saído do Regime Militar (1964 – 1985), Fernando Collor de Mello tomou posse da cadeira de Presidente da República em 1990. Sendo um político de articulação restrita, Collor montou um ministério recheado de figuras desconhecidas ou sem nenhum respaldo para encabeçar os desafios a serem resolvidos pelo novo governo.

Logo depois de sua posse, Collor criou um plano de recuperação da economia arquitetado pela ministra Zélia Cardoso de Mello. O Plano Collor previa uma série de medidas que injetariam recursos na economia com a alta de impostos, a abertura dos mercados nacionais e a criação de uma nova moeda (Cruzeiro). Entre outras medidas, o Plano Collor também exigiu o confisco das poupanças, com valores superiores a 50 mil cruzeiros, durante um prazo de dezoito meses.

A recepção negativa do Plano Collor pelos setores médios e pequenos investidores seria apenas o prenúncio de uma série de polêmicas que afundariam o governo. Além de não alcançar as metas previstas no plano econômico, Collor ainda se envolveria em um enorme escândalo de corrupção. Conhecido como Esquema PC, as práticas corruptas do governo Collor foram denunciadas pelo próprio irmão do presidente, Pedro Collor, e publicadas nos mesmos órgãos da imprensa que tinham dado apoio à sua candidatura.

Com uma crise econômica somada a uma crise política, Collor foi alvo de uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) que conseguiu provar as irregularidades a ele atribuídas. Sem nenhuma base de apoio, Collor ainda foi pressionado por uma imensa campanha estudantil que exigia o fim de seu mandato. Com seus rostos pintados de verde, amarelo e preto estudantes de diferentes cidades do país se mobilizaram no movimento conhecido como “Caras Pintadas”.
Logo após sua posse, o presidente lançou um plano econômico profundamente
recessivo, que bloqueou as contas bancárias, extinguiu setores inteiros da administração
pública e demitiu milhares de funcionários. O Plano Collor também iniciou um
processo de abertura econômica que mudava os padrões econômicos adotados no Brasil
desde o período Vargas, por se basear no modelo neoliberal. A enorme recessão, o
retorno da inflação e o aumento do desemprego começaram a indispor a opinião pública
com o presidente, que perdeu popularidade.
Em 1982, o irmão do presidente, Pedro Collor, fez uma série de denúncias à revista
Veja sobre corrupções no governo, envolvendo, além do próprio presidente, sua mulher
e seu tesoureiro de campanha, Paulo César Farias. O Congresso Nacional determinou
uma Comissão Parlamentar de Inquérito que foi desvendando o enorme esquema de
corrupção que dominava o governo; nas ruas, multidões pediam o impeachment do
governo. Finalmente, em 29 de setembro de 1992, o Congresso Nacional votou a
destituição de Collor por 441 votos contra apenas 38, encerrando um dos mais obscuros
Nas ruas, estudantes exigem o fim do Governo Collor.

O livro o’’ Último Trem’’ relaciona-se a Era Collor no qual Miguel perde o seu dinheiro, através da trocas de verbas (de cruzado para cruzeiro, que era uma nova moeda).
Miguel por toda sua vida foi criado em um cinema, no qual faliu por falta de dinheiro, pois estava ocorrendo uma crise econômica no governo de Collor. O ingênuo Miguel fora “expulso” do seu pequeno mundo e o seu ‘Deus’ o Fabiano, o qual deu abrigo e comida e ensinou tudo o que sabia sobre a arte do cinema deu uma verdadeira vida para ele, acabou de falecer.
Deixando-o sozinho sem ninguém, foi morar em uma pensão, cujo já tinha pagado o primeiro mês.
Os dias foram passando, ate conhecer Angelina, em que sempre via seu espetáculo na praça, em que, por sinal apresentava muito bem o papel de Carlitos.
A crise alia era para todos ate aqueles que dependiam da rua para sobreviver, e dos outros para que desçam o seu dinheiro e como a vida não estava tão essas coisas, por obra do destino, houve esse encontro de um cara que gosta de ser cineasta com uma que quer ser atriz mas n a oportunidades, uma grande emoção, pelo menos para o Miguel, q foi surpreendido pelo o roubo que por sua vez havia pouco dinheiro, mas o único.
Miguel sem dinheiro em plena crise Collor, no qual n sabia o que era direito, foi procurar empregos em vários cinemas, batendo com o cara na porta, sem arrumar emprego ele volta.
Sem destino, sem rumo o que ocorreu com muitos por causa dessa terrível crise.



Postado por:Juliana Carvalho e Thais Alexandre Albernaz.

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